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MEMÓRIAS DA ESCRAVIDÃO ASSALARIADA: O RELÓGIO NA PRAÇA
Em 1993 a Telerj construiu um espaço dentro do prédio destinado a permanência das telefonistas durante os dez minutos de descanso a cada cinqüenta minutos de trabalho, estabelecido por lei; um tempo considerado por elas insuficiente. O espaço, batizado de “relógio na praça”, era composto de bancos e postes de baixa iluminação. A empresa pretendia colocar nesse espaço “carrinho de pipoca e uma árvore com pássaros artificiais”.

A referência consta na monografia “Quando a doença ameaça a produção”, de Aline de Castro Neves Vieira, Marcia Lisboa da Cunha e Luis Carlos Capistrano de Pinho, apresentada ao curso de Especialização em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana, do CESTEH, em 1993, sob orientação de Diana Antonaz.
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Enviado por Encontraponto em 03/11/2017
Alterado em 03/11/2017
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